Internet possível para grandes e pequenas empresas
25/06/2008

Atualmente, graças à Internet, uma empresa local possui alcance global. Isso porque o homem transformou qualquer distância sobre a terra em um instante. Um produto ou serviço pode ser visto e até adquirido a milhares de quilômetros de distância.

Muitas empresas, de todos os tipos, estão presentes na Web por algum motivo. Aliás, motivos não faltam. São mais de 100.000 novos domínios registrados por mês, de empresas que procuram altos lucros com baixo investimento. E isso, só a Internet pode oferecer.

Mas quanto custa ingressar nesse mundo virtual de lucro cada vez mais concreto? Menos do que você imagina, se compararmos com as mídias convencionais. No mercado já existem soluções para todos os gostos e bolsos, desde os sites pré-elaborados, que custam em média cerca de R$ 1 mil, aos projetos personalizados, com logomarca, identidade corporativa e necessidades específicas do cliente, que custam a partir de R$ 1,5 mil. Um site de baixa complexidade (até 20 páginas de conteúdo) inclui: apresentação da empresa, serviços e produtos, formulários para contato e/ou cadastro, sistema para envio de newsletter e área de notícias. Agregue a esses custos os valores com registro e hospedagem do site, que giram em torno de R$ 250 anuais, dependendo do plano adquirido.

Somando tudo, pode parecer um investimento um pouco alto para uma pequena empresa. Mas dilua esse investimento por, no mínimo, 12 meses. Você terá investido cerca de R$ 150 mensais. Só para você compreender melhor, me responda: quanto custa enviar 10 mil malas-diretas impressas mensalmente para os seus clientes cadastrados (impressão + postagem)? Essas mesmas malas-diretas podem ser enviadas eletronicamente a um custo de R$ 50 mensais, isso se o seu plano de hospedagem não incluir esse serviço.

Por fim, quero deixar uma dica: concentre-se mais no planejamento e menos no custo. Um dos pontos decisivos para uma presença online bem sucedida é o planejamento. Sua empresa poderá fazer um investimento baixo e obter ótimos resultados, ou fazer um investimento alto e obter os mesmos resultados.

Decida, inicialmente, qual será a finalidade do site. Isso economizará tempo e dinheiro. Por exemplo: a sua empresa utilizará o site basicamente para estimular a comunicação com o cliente ou será para que ele compre um produto ou serviço? Na primeira abordagem, geralmente, as pessoas utilizam o site para obter informações sobre um produto, serviço ou empresa. Depois disso, elas decidirão se valerá à pena fazer o negócio. Neste caso, a efetivação do negócio não acontece online, mas sim com a visita do cliente ao escritório ou estabelecimento comercial.

Já a segunda abordagem utiliza o site como um fim, e não um meio. Ou seja, o cliente vai efetivar uma ação, comprar um produto ou contratar um serviço num ambiente online. Ali ele escolhe, compra, paga e decide como vai receber o produto em sua casa.

Após definir o foco do seu negócio na Internet, resta saber quantas páginas virtuais você precisará para obter o lucro que necessita. Cinqüenta? Vinte? Dez? E se eu lhe disser apenas uma? Bem, esse será o assunto do próximo artigo. Até lá.




My Fonts
25/06/2008

Está em dúvida sobre qual é esta ou aquela fonte? Já pensou em encontrar um tipo de letra, como a utilizada por algumas publicações, corporações ou campanhas de publicidade? Bem agora você pode, usando o sistema desse site.

Neste site basta colocar uma imagem digitalizada da fonte que ele faz uma pesquisa e descobre qual é o nome dela. Instantaneamente! Você pode pesquisar também através de um URL, digitando o endereço do site cuja fonte você quer pesquisar.

Dica: ele suporta a maioria dos formatos de imagens mais comuns, por exemplo: GIF, JPEG, TIFF, BMP. O tamanho máximo da imagem deve ser cerca de 360 x 275 pixels, e a altura ideal para obter o melhor resultado deve ser de 100 pixels. O buscador só irá reconhecer letras maiúsculas e minúsculas Melhor formato de arquivo: Tiff, tons de cinza, 300 dpi.




As principais competências de um líder
25/06/2008

Lidar com pessoas, delegar tarefas, gerenciar projetos e apresentar soluções são elementos de uma capacidade que, como qualquer outra, precisa ser aprendida e desenvolvida com o tempo. Mas como encarar o desafio de executar a liderança com o sucesso que se espera de um profissional?

Essa pergunta coincide com o nível cada vez mais exigente das organizações com a qualidade de atuação de seus líderes no mercado globalizado, e também com uma tendência mundial de se repensar o ser humano como o verdadeiro motor das organizações.

Até o início da década de 90, um conjunto de habilidades, competências, comportamento e atitudes, assim como características de personalidade e caráter, ditavam as regras para traçar o perfil de um bom líder. Alguns perfis de liderança foram elaborados com base nesses atributos.

Sem dúvida, houve avanços substanciais nos últimos anos no reconhecimento de quais são as competências que o líder precisa ter para obter resultados, pois "uma liderança eficaz exige atributos e resultados", segundo Dave Ulrich. O que se nota hoje é a necessidade de observar aquelas pessoas que obtiveram êxito no difícil papel de líder visionário. Vemos nessas lideranças bem sucedidas comprometimentos totais, integrais, de corpo e alma, na construção de um processo, seja de planejamento estratégico, de competências ou outro qualquer. Nessa busca de referências para uma liderança eficaz, não podemos deixar de citar a pessoa de Jesus Cristo.

Jesus é uma das figuras das mais reverenciadas e mal representadas da história. Sua vida tem inspirado santos e incitado tumultos. Sua imagem, da qual podemos fazer uma suposta reconstituição, uma vez que não existiam câmeras em seu tempo, decora e santifica alguns dos edifícios mais lindos do mundo. Seu nome é usado tanto para amaldiçoar quanto para abençoar. Alguns que cantam hinos a seu louvor nas igrejas aos domingos têm medo de mencionar isso no trabalho na segunda-feira. Gente que se dizia seu representante na terra cometeu alguns dos crimes mais hediondos contra a humanidade. Religiões se formam em torno dele, nações se dividem, culturas se configuram e famílias se separam. De fato, esse homem exerce impacto na história.

Durante três anos Jesus treinou doze indivíduos, nenhum deles divino. Mas, nesse curto período, ele conseguiu transformar um grupo heterogêneo de homens, às vezes covardes e controversos, em "instrumentos de marketing enxutos e precisos". Treinou-os tão bem que se dispuseram a trabalhar sem pagamento e a morrer por ele. Todos os líderes corporativos atuais gostariam de ter uma equipe como aquela. No entanto, quando começam a perceber que Jesus tratava menos de sucesso e mais de transformação perdem completamente o interesse pelo processo.

Jesus como um líder para a vida, ensinou que sem equilíbrio as maiores conquistas tornam-se fardos, e as perdas podem subjugar o líder. Ele mostrou que a produtividade, meta de todo líder, pode ser conquistada mesmo nadando contra a corrente, podendo-se, até mesmo, tornar-se esse seu objetivo, em vez de algo que se procura evitar. Ainda ensinou que a realização está além do sucesso. Afinal, uma aparente cena de derrota para o Cristianismo - sua morte -, foi precedida do símbolo da sua vitória - sua ressurreição.

Para ler o artigo na íntegra, clique.

Assista ao vídeo:

Líder para a Vida
3 minutos


Por que uma empresa não pode ficar
de fora da Internet?

15/06/2008

A Internet surgiu sem grandes pretensões, voltada para interesses bem específicos: ensino e pesquisa. Hoje, na entrada do novo milênio, nos deparamos com uma rede que conecta computadores no mundo todo, usada para os mais diversos fins e por uma comunidade de usuários cada vez mais exigentes e ávidos por novos produtos e serviços.

Caberá a cada empresa, interpretar e buscar posições competitivas e reinventar negócios que permitam a busca desse consumidor. E à medida que os publicitários foram percebendo isso, se viram forçados a apresentar novas idéias, utilizando mecanismos tecnológicos capazes de atender as expectativas desses consumidores. A mais simples delas se tornou hoje a mais popular: o website.

A empresa que hoje possui uma página na Internet é vista como uma empresa dinâmica, empreendedora, arrojada, estruturada, transparente e interessada em atender bem os seus clientes. Do contrário, a sua credibilidade e potencialidade é colocada em dúvida. Ou seja, para alguns, não ter um site é sinal de que a empresa não é muito boa.

É importante contratar um profissional da área, e não o filho do vizinho que fez um site “bonitinho” para o negócio do pai. Cuidado! Como diz o dito popular: o barato (ou de graça) pode custar caro. Um profissional saberá utilizar melhor as ferramentas visuais e de marketing para que o consumidor tenha uma visão bem clara do seu produto ou serviço. Uma apresentação ruim da empresa diante de centenas de visitantes poderá ser prejudicial para a imagem da empresa.

Recentemente fui contratado para reformar o site de uma empresa de persianas. O objetivo final era divulgar a marca e aumentar as vendas. Embora a palavra “persianas” estivesse presente na própria marca, não era nela que deveríamos focar nossa ação de marketing, mas sim no conceito beleza, requinte e sofisticação.

Quando alguém investe em decoração está comprando, além do produto, um ambiente mais bonito para a sua casa ou escritório. No fundo, esse é o seu anseio de compra. Um dos nossos objetivos, então, foi adequar o site a esse novo conceito.

O resultado foi excelente. Criamos uma abertura simples em flash, aonde o visitante poderia ver imagens de lindos escritórios e residências decorados com os produtos oferecidos pela empresa. A predominância de tons claros e tipologia fina e pequena deram a noção de luminosidade e elegância.





Claro que um site “bonitinho” não vende sozinho. Devemos aliar todos esses recursos visuais à ferramentas estratégicas de marketing para divulgação e gestão, como otimização do conteúdo, cadastros em buscadores de conteúdo, campanhas de banners e e-mail marketing, para citar apenas alguns exemplos.


O efeito viral
15/06/2008

A Internet surgiu sem grandes pretensões, voltada para interesses bem específicos: ensino e pesquisa. Hoje, na entrada no novo milênio, nos deparamos com uma rede que conecta computadores no mundo todo, usada para os mais diversos fins e por uma comunidade de usuários cada vez mais heterogênea.

Atualmente, por causa da Internet, a notícia se espalha com muito mais rapidez do que antes, sem restrições ou manipulações de conteúdo. Os moderadores da notícia são os próprios leitores e usuários dos sites. Logo que alguma novidade aparece, em seguida aparecem aqueles que, assumindo a forma de co-autores da notícia, deixam impressas as suas correções, observações, acréscimos ou até mesmo seu repúdio. Ao ler os comentários deste texto, ou até mesmo colocar as suas impressões sobre ele, no final da “rolagem”, você saberá do que estou falando.

Dessa forma, a web se configura, mais uma vez, numa rede de pessoas onde o poder de cada um dos usuários é importantíssimo para atingir os objetivos de comunicação. À medida que os publicitários foram percebendo isso, se viram forçados a apresentar novas e audaciosas idéias, utilizando mecanismos tecnológicos capazes de atender as expectativas desses consumidores.

Para tanto, o conceito de que a web é uma rede democrática e caótica é usado naquilo que muitos já aprenderam a chamar de “viral”. Ou seja: usar a web como suporte e ferramenta de divulgação de mensagens de comunicação através de agendes espontâneos (usuários) que repassam a mensagem e multiplicam a sua abrangência. Este repasse e multiplicação da mensagem é parte da ação em si. Em outras palavras, Marketing Viral é a boa e conhecida propaganda boca a boca, só que no contexto da Internet.

Marketing Viral é um termo novo e ainda pouco conhecido, mas que já é alvo dos marketeiros pelo mundo afora. Segundo escreveu Michel Lent Schwartzman, mestre em Telecomunicações Interativas pela New York University, o viral na Internet nunca foi tão forte. “Quem dominar esse mistério em favor de uma marca, mudará a história da comunicação”, diz ele.

Um dos grandes desafios dos profissionais de marketing hoje em dia é encontrar maneiras novas para estimular o interesse dos consumidores pela marca a que se propõem. É um trabalho árduo na escolha de uma abordagem criativa e diferente para surpreender o público e criar um ambiente apto a propagar e proteger a marca.

A tarefa do homem de marketing é garantir que a chamada de interesse pela marca ou produto nunca se extinga e que novos subsídios cheguem sempre aos interessados. Não será difícil fazê-lo: basta saber com quem se quer falar, para quem se deve dirigir a mensagem e ir em busca desse target.

Sem dúvida, a revolução da Internet provocou uma revolução no mercado. Combinar necessidade e comportamento humano com novas tecnologias on-line, visando à otimização do tempo em um mundo cada dia mais convergente, tornou-se o investimento de muitas empresas e profissionais de marketing.

Caberá a cada um, a cada empresa, interpretar e buscar posições competitivas e reinventar negócios que permitam a busca do cliente. O Marketing Viral entra na competição do mercado.

Quando discutimos modelos de comunicação baseados neste momento histórico, percebe-se que não há mais um controle. Se não há controle, como criar um modelo? Então a melhor forma é assumir como modelo a própria entropia, essa desordem útil da Internet?

Mauro Amaral escreveu em seu blog “Carreirasolo” que é necessário apresentar um novo mundo para o cliente. Ele sugere que comece mostrando o viral “Katilce”. Conte a história da jovem que foi levada ao palco, dançou e ainda deu um “selinho” no vocalista da banda U2. Horas depois do show, antes das capas dos jornais e revistas, as fotos já estavam estampadas no Flickr (vídeos inclusive) e ela já havia recebido 71.000 recados instantâneos em sua página no Orkut, aberta por algumas centenas de usuários. “Fale que a própria banda tem seu blog. Fale que antes tínhamos isqueiros, agora temos aparelhos de celulares levantados, num desejo de expressão infinito que nem desejo é mais. É poder. Fale que o poder está nas pessoas e não apenas em uma única mensagem”, conclui Amaral.



A conclusão que podemos chegar através de manifestações como essas é que mais importante que controlar é saber acompanhar estes fluxos de informação. Esqueça o antigo poder de controlar. É preciso entender como isso funciona, entrar lá, nessa entropia louca e plantar a sua mensagem em meio a essa “desordem”, fazendo dela um conteúdo interessante, e útil. E fazendo de cada consumidor, seu multiplicador.

Alguns virais famosos:

Dove Evolution

Diet Coke e Mentos




Vetores Gráficos para download gratuitamente
15/06/2008

O Vecteezy (www.vecteezy.com) é um índice de vetores gráficos disponível para download por alguns dos melhores artistas do mundo todo. O site é atualizado diariamente, por isso volte lá muitas vezes. Selecionando a imagem que deseja baixar, você tem um breve histórico sobre ela, inclusive a extensão (.eps, .cdr, .ai etc.). São imagens sensacionais. Como são vetores, você poderá utilizar partes delas para ilustrar seus trabalhos, como os tão populares grafismos decorativos que reinam atualmente nas produções gráficas. Se for reproduzir os vetores na íntegra, não esqueça de dar o crédito para o artista.






It’s Call é um blog de conteúdo analítico e textos que trazem informações úteis a quem trabalha com design gráfico, projetos interativos, novas mídias, marketing, publicidade e várias outras áreas do conhecimento.

Os artigos são escritos por Calné de Oliveira, designer gráfico e gestor em marketing (www.calne.com.br).


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